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80 anos de vida do Prof. Samir Gerges

No último dia 10 de abril, o Prof. Samir Gerges completou 80 anos de vida.
Samir Nagi Yousri Gerges, natural do Cairo – Egito, aportou em Floripa em 1979, vindo de Southhampton – Inglaterra onde trabalhava na Universidade local, junto com seu querido orientador Frank J. Fahy PhD em Ruído e Vibrações do Instituto de Pesquisa em Som e Vibração (ISVR), para conhecer a Universidade Federal de Santa Catarina a convite do Reitor Prof. Caspar Erich Gaspar Stemmer.

Gostou tanto da terra manezinha, que no inverno tinha mais sol e era mais quente do que na Inglaterra, e decidiu ficar, sendo convidado a ministrar aulas no Programa de Pós Graduação de Engenharia Mecânica (POSMEC) da UFSC, na área de concentração de Vibrações e Acústica.

Chegou sem conhecer professores, alunos, sem família, com espírito desbravador que tinha, pois saiu do Egito para a Inglaterra na mesma situação para fazer seu doutorado.

No Brasil começou a criar laços de amizade com seus colegas Professores da UFSC, assim como com os alunos e pouco a pouco conhecendo mais colegas doutores de outras universidades de São Paulo e Rio de Janeiro a princípio.

Como bom estrategista, articulador e desbravador que é, começou a criar uma rede de contatos com universidades, órgãos de pesquisa, órgãos governamentais e empresas brasileiras para desenvolver pesquisas nas áreas de ruído e vibrações juntamente com seus alunos de mestrado e doutorado.

Logo começou a fazer pesquisas juntamente com professores e alunos do POSMEC junto ao FINEP, CNPq e CAPES. Foi professor pesquisador do CNPq na classificação 1ªA.

Como professor do POSMEC, orientou mais de 50 alunos no Mestrado, Doutorado e Pós Doutorado, participou de muitas bancas de Pós graduação em todo o Brasil e publicou mais de 100 artigos indexados em Revistas nacionais e internacionais.

Muitas empresas brasileiras contaram com sua colaboração através de pesquisas de mestrado, doutorado e pós doutorado que resolvessem problemas na área de ruído e vibrações como a FIAT do Brasil, Ford do Brasil, EMBRAER (na qual os primeiros engenheiros na área de ruído foram formados no POSMEC), VALE, ALSTON, PETROBRÁS, WEG, Tupy      

Em 21 de novembro de 1984, juntamente com um grupo de Professores e alunos de diversas universidades do país, criaram a Sociedade Brasileira de Acústica (SOBRAC).

E concomitantemente foi construindo a sua participação em vários órgãos internacionais da área como associado e editor Jr South and Central America do Noise Control Engineering Journal (NCEJ EEUU), membro do corpo editorial do International Journal of Acoustics and Vibration (IIAV- EEUU). Membro do comitê organizacional – International Instituite of Noise Control Engineering (II INCE), membro e President of International Comission of Acoustics (ICA), membro do Conselho diretivo do International Acoustics and Vibration (IIAV), membro do Comitê organizacional do International Congress and Exposition on Noise Control Engineering (INTERNOISE). Foi membro fundador da Federação Iberoamericana de Acústica (FIA) e seu presidente.

Também participou durante muitos anos como Consultor Técnico na área de ruído – protetores auditivos do Grupo Técnico 32 da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT). Foi consultor na área de Proteção auditiva junto ao Ministério do Trabalho, colaborador do Building Acoustics (UIC) da Inglaterra e participou da Comissão Européia. Foi membro da SAE Brasil, participou de trabalhos de pesquisa na área de Ruído-Proteção auditiva na FNDACENTRO, e na Associação Nacional das Indústrias de Materiais e Segurança e Proteção do Trabalho (ANIMASEG) e da Revista CIPA na qual ganhou alguns prêmios como destaque na área de Proteção auditiva.

Com o conhecimento técnico adquirido através da participação em Congressos Internacionais e visitas a Laboratórios de diversas Universidades dos EEUU, Inglaterra, Austrália e Dinamarca e desenvolvimento de pesquisas, trouxe para o Brasil todo o conhecimento sobre Normas Técnicas na área de Protetores Auditivos e iniciando no Brasil, no Laboratório do POSMEC os Ensaios de Atenuação de Ruído dos Protetores Auditivos que contou com a colaboração de empresas fabricantes deste EPI como a 3M, MSA, Duráveis e Multiplast. Várias pessoas, entre empresários, alunos do mestrado e doutorado alem de bolsistas contribuíram junto com os órgãos de fomento a pesquisa para a implantação junto ao MT da Normatização dos Ensaios de Atenuação de Protetores Auditivos para que as empresas obtivessem o Certificado de Aprovação, garantindo desta forma que os trabalhadores brasileiros usassem os equipamentos testados e aprovados.   

Constituiu sua família no Brasil, casando-se com Márcia Cruz Gerges, que também era Professora da UFSC e teve dois filhos. Nina Rosa e Rafael Nagi. Assim, se auto intitulava autêntico manezinho de Florianópolis, mesmo mantendo um sotaque ingleportunhol, pois decidiu construir sua vida pessoal e profissional no Brasil.

Em 1998, junto com a Márcia, criou a NR Consultoria e Treinamento Ltda, que desenvolvia Consultorias na área de Enfermagem. Em 2009, implantaram o Laboratório de Equipamentos de Proteção Individual (LAEPI), que começou a fazer os ensaios de atenuação de ruídos dos protetores auditivos. Na época o filho Rafael Nagi trabalhava como estagiário, pois cursava Engenharia Elétrica na UFSC. Em 2012, o LAEPI foi Acreditado junto ao INMETRO, garantindo-lhe que os ensaios realizados tinham confiabilidade nos resultados de atenuação obtidos e atendiam as normas técnicas do MT como da ANSI.

Atualmente o LAEPI tem como CEO a filha, Nina Rosa, Administradora e Doutoranda do Programa de Pós Graduação em Engenharia do Conhecimento e como Diretor Técnico, o filho, Rafael que além da graduação em Engenharia fez o Mestrado no POSMEC na área de Ruído e Acústica.

Desta forma, tem uma significativa contribuição para a Ciência de Ruído e Vibrações em todo o país e fora dele através de alunos estrangeiros no POSMEC da UFSC.

Em 2011, aposentou-se como Professor Titular da UFSC, pelo sistema compulsório, mas não deixou de contribuir, pois se inscreveu como Professor Visitante na UFSC e depois ao término deste vínculo participou como Professor Visitante no Instituto Federal de Santa Catarina.

Em 2019, afastou-se totalmente das atividades acadêmicas, de pesquisa e de consultorias devido a problema de saúde.

Mas deixa ao país que escolheu para viver, um grande e importante legado, através de várias gerações de alunos do POSMEC, de colegas professores de outras Universidades do Brasil e Exterior, bem como uma contribuição na área através de suas inúmeras participações em Congresso e Eventos e publicações.

Obrigada Samir, por teres me escolhido como esposa para uma grande parte da tua vida pessoal e me dado a oportunidade de conhecer tantos alunos, colegas profissionais e muitos países afora.

Obrigada pelos filhos que temos, pois aprenderam contigo desde cedo, o quanto era bom estudar e trabalhar. Por reconhecerem a importância do teu trabalho abraçaram as atividades do LAEPI que busca contribuir para a Saúde dos Trabalhadores, de cuidar da acuidade auditiva de todos os seres humanos. Filhos que te amam e te admiram muito por tudo que sempre fizestes por eles.

Obrigada por ser uma pessoa humilde, generosa, humorada, e estar sempre pronto para resolver qualquer problema.
Autora: Márcia Cruz Gerges (esposa e companheira do Prof Samir Gerges)

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Convite para você

Queremos convidá-los a nos seguir no Instagram, lá você encontrará pequenas cápsulas de conteúdo de fácil entendimento, para compreender mais sobre ruído industrial e proteção auditiva.

Nos próximos meses também iremos lançar nossos cursos online ministrados pelo filho do prof. Samir Gerges, o Engenheiro Rafael Gerges….não perca! Além disso, compartilhamos nosso dia a dia, não fique de fora, siga: @laepi_lab

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Case Vida Útil de Protetor Auditivo tipo Plugue

O case que iremos apresentar aqui é de um cliente da indústria calçadista, líder no segmento no Brasil, emprega mais de 9 mil colaboradores.

O problema:
1o cliente se queixava de: não saber a eficácia do protetor com tempo de uso;
2. não saber de quanto em quanto tempo trocar o protetor auditivo;
3. não tinha informações para argumentar os questionamentos vindo de fiscalizações trabalhistas;
4. possuir demandas trabalhistas sobre a eficácia do protetor auditivo com tempo de uso.

A equipe de SST juntamente com a equipe do LAEPI selecionou para o ensaio o Protetor Auditivo do tipo Plugue, com 9 meses de uso. A escolha desse protetor foi feita verificando o grupo homogêneo com o maior número de colaboradores e com a situação ambiental mais crítica.

NRRsf protetor NOVO: 18 dB

Após realizar o ensaio no laboratório em amostras com 9 meses de uso do mesmo grupo homogêneo, o resultado encontrado foi:
NRRsf protetor com 9 meses de uso: 12 dB
Perda de atenuação: 6 dB

O grupo homogêneo selecionado possui como nível de exposição ao ruído de 84dB, assim um protetor tipo plugue com 9 meses de uso atenuando 12dB, como apontou o resultado do ensaio, ainda assim está protegendo o trabalhador desse grupo homogêneo.

Com o resultado de atenuação do PA com 9 meses de uso a empresa pôde:
1. realizar diversas avaliações internas unindo o jurídico trabalhista; elaborar um parecer técnico do SESMT, podendo assim alterar o prazo de vida útil de 6 meses para 9 meses de uso;
2. ter respaldo jurídico sobre qualquer questionamento dessa tomada de decisão, baseando-se no laudo emitido pelo LAEPI, bem como no parecer técnico elaborado eles;
3. melhorar o direcionamento das atividades dos responsáveis pelos EPIs, com a certeza do período de troca dos PAs, o trabalho desses profissionais se torna mais assertivo e seguro.
4. diminuição de custos anuais com os protetores auditivos.

Como resultado, temos um cliente contente e que nos enviou a mensagem:
“Esse trabalho também tem a aprovação da Direção da Empresa, que entende da mesma forma o embasamento Jurídico, além de que, como diminuímos a demanda de troca, conseguimos direcionar as atividades dos técnicos de segurança para outras atividades, e também a questão de diminuição de custos, aonde temos uma previsão de redução de R$ 35.000,00 por ano com Protetores Auditivos.” (Diretor/ Técnico do SESMT)

Para saber mais, entre em contato conosco pelo whatsapp (48) 98827-8255
E acompanhe nosso conteúdo no instagram: @laepi_lab

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Como é o ensaio de atenuação de ruído em protetores auditivos?

O ensaio de atenuação de ruído em protetores auditivo é feito em uma câmera acústica, projetada pelo Prof. Samir Gerges e o Eng. Rafael Gerges e construída especificamente para os ensaios. No Brasil a norma exigida para esse tipo de ensaio é a ABNT/NBR – 16076 – 2016 Método B (UTILIZANDO OUVIDO REAL), a mesma que utilizamos no LAEPI.

Para ensaiar um modelo específico de protetor auditivo são necessários cerca de 10 a 20 ensaios, dependendo do modelo do protetor. Cada ensaio é composto por um ouvinte (pessoa), que leva cerca de 30 a 40 minutos para realizar o teste. Na prática, o ouvinte coloca o protetor auditivo e vai até a câmara acústica, senta-se em uma cadeira e aciona um botão toda vez que ouvir o som emitido pela caixa de som. Todo o sistema é automatizado e o operador técnico apenas monitora da sala de controle.

Para simples não é?! Mas exige todo um equipamento, placa de aquisição de sinais, software desenvolvido pelo LAEPI, além de equipe especializada.

Ficou interessado e quer saber mais? Quer nos visitar para ver como funciona?
Entre em contato conosco pelo whatsapp (48) 98827-8255
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Quantas amostras do protetor auditivo são necessárias para o ensaio?

Uma das dúvidas que mais recebemos das empresas é sobre a quantidade de amostras que devem ser enviadas ao LAEPI para o ensaio de atenuação de ruído em protetores auditivos. O ensaio é realizado com pessoas, que denominamos ouvintes e para cada tipo de protetor auditivo são necessárias quantidades diferentes de amostras.

Para ensaio de protetor tipo plugue, são 20 ensaios realizados com ouvintes diferentes, assim são necessárias 21 amostras do produto. Lembrando que 1 amostra fica de contra-prova no LAEPI e não retorna ao cliente.

Para ensaio de protetor auditivo tipo concha ou abafador, o ensaio é realizado com 10 ouvintes (pessoas) e são necessárias 6 amostras. Sendo que 5 são utilizadas durante o ensaio e 1 é armazenada como contra-prova. No caso de protetor tipo concha/abafador acoplado ao capacete, são necessárias também 6 amostras do capacete, sendo que 1 fica de contra-prova.

Ressaltamos que a amostra de contra-prova não retornar para a empresa. As demais amostras a empresa pode escolher se deseja devolução ou destruição.

Se vocês está com dúvidas ou deseja mais informações, entre em contato conosco: laepi@laepi.com.br ou pelo whatsapp (48) 98827-8255. Siga também nosso instagram:@laepi_lab

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Eficácia do Protetor Auditivo: case

A eficácia do protetor auditivo com tempo de uso tem sido questionada por diversos profissionais. Aqui no LAEPI nós realizamos ensaios com amostras de protetores auditivos com tempo de uso de um mesmo Grupo Homogêneo. Abaixo apresentamos 3 protetores ensaiados em laboratório no mesmo método do ensaio do EPI novo, sendo possível comparar seus resultado.

Para as amostras ensaiadas, o protetor concha novo em relação ao mesmo protetor com 20 meses de uso em um abatedouro de aves, teve perda de atenuação de 6dB. Já o plugue novo e o de 6 meses de uso em uma tecelagem teve uma perda de 5dB. O plugue novo e o mesmo plugue com 3 meses de uso em uma tecelagem não obteve nenhuma perda de atenuação.

Dados de ensaios realizados no LAEPI


Através do gráfico acima percebe-se que o ensaio de protetores com tempo de uso, a perda de atenuação chegou até a 6dB. O que pode causar uma preocupação no caso de uma exposição ao ruído muito alta. Como resultado percebemos que dependendo do ambiente do trabalho e das condições do protetor o mesmo perde pouca atenuação. Esse resultado não pode ser generalizado, pois depende das condições ambientais do local onde é usado o protetor, além dos cuidados com a guarda do EPI.

Assim o ensaio do protetor com tempo de uso auxilia as empresas a comprovarem a eficácia do protetor auditivo, além de ajudarem na tomada de decisão quanto ao tempo de troca do protetor.

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Como o LAEPI auxilia os profissionais da Segurança do Trabalho quando o assunto é o agente ruído?

A área da segurança do Trabalho enfrenta diversos desafios em seu dia a dia, sendo o principal deles zelar pela saúde do trabalhador. Além de estar sempre se atualizando conforme novas legislações e tecnologias.

Entre o que temos percebido com nossos clientes, um outro desafio é buscar estar atento por estar imersa em uma empresa, é necessário desenvolver um bom relacionamento com todos os setores da empresa (financeiro, produção, jurídico, etc.).

Percebemos uma dificuldade dos profissionais dessa área de serem reconhecidos, e dessa forma temos desenvolvidos projetos de consultoria na área de ruído através dos quais junto com os Engenheiros e Técnicos de Segurança de Trabalho compreendemos primeiramente qual a real necessidade da empresa. Na sequência definimos qual a melhor forma e as prioridades para colocar em práticas as soluções. Muitas vezes desenvolvendo primeiramente um projeto piloto em uma das unidades e depois aplicando em outras. Além disso, por fim, estamos lado a lado dando o suporte necessário (estudo de casos, dados técnicos e legais) para que o profissional argumente junto a seus superiores e mesmo com outros setores sobre a importância de realizar esses serviços.

O LAEPI busca desenvolver em conjunto com seu cliente a melhor solução para o cliente, prevenindo questões de saúde auditiva do trabalhador, protegendo a empresa de questões jurídicas e proporcionando aos profissionais da Segurança do Trabalho o respaldo necessário para serem reconhecidos pelas soluções propostas.

Entre em contato conosco para mais informações, pelo instagram @laepi_lab ou pelo whatsapp (48)98827-8255

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Controle de Ruído Industrial – Etapa 3

Finalmente, no post de hoje vamos explicar a Etapa 3 do Controle de Ruído Industrial. Nessa etapa, são sugeridas soluções para diminuir o ruído das máquinas e equipamentos identificados na etapa 2.

Essa etapa é importante, mas ela também envolve que a empresa implemente as soluções, assim para facilitar, nosso relatório contempla uma lista de soluções e fornecedores que podem auxiliar na aplicação das soluções.

As soluções são apresentadas, sempre que possível, com mais de uma opção e também com explicação do mecanismo que faz com que cada solução proposta possa contribuir na redução de ruído.

Agora que você já sabe o passo a passo do Controle de Ruído Industrial, entre em contato conosco, vamos agendar uma conversa e te auxiliar no Controle de Ruído da sua indústria: (48) 3232-8023 ou laepi@laepi.com.br.

Desde 2012 o LAEPI realiza este serviço para indústrias de todo o Brasil, somos referência nacional. Possuimos uma equipe técnica com 10 anos de experiência na área e sobre a supervisão do Prof. Samir N. Y. Gerges, Ph.D. Além disso, o LAEPI é o único laboratório no Brasil acreditado pelo INMETRO para realizar ensaios de atenuação de ruído de protetores auditivos novos ou usados.

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Controle de Ruído Industrial – Etapa 2

Após elaborar o mapa do ruído, o próximo passo é identificar as fontes de ruído. Nessa etapa nossa equipe técnica, com base nas medições realizadas em campo e utilizando um software, identifica cada fonte de ruído da planta em estudo.

Através dessa etapa são caracterizadas as áreas ruidosas e suas fontes para auxiliar na determinação do controle de ruído do maquinário/equipamentos utilizados. No relatório que elaboramos, essa etapa é representada através de um descrição detalhada dos maquinários que contribuem na emissão de ruído, além de uma lista por ordem de maior para menor impacto.

O controle de ruído só pode ser realizado efetivamente através de um diagnóstico preciso da situação atual das áreas produtivas, sem esse diagnóstico não é possível reduzir os níveis de ruído de forma técnica e economicamente viável. No próximo post iremos abordar a Etapa 3 e última do Controle de Ruído, não perca!


Caso queira um orçamento ou tenha dúvidas, entre em contato conosco: (48) 3232-8023 ou laepi@laepi.com.br. E acompanhe também nossas redes sociais: Facebook e Linkedin. Instagram: @laepi_lab

Para saber mais sobre esse tema, adquira já o livro Ruído Fundamentos e Controle, do maior especialista na área Prof. Samir Gerges na Amazon.

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Controle de Ruído Industrial – Etapa 1

Controle de Ruído é um dos grandes desafios para indústrias. Mas voc6e sabe como ele pode ser realizado?
O primeiro passo é compreender que a saúde auditiva dos colaboradores deve ser prioridade, uma vez que o ruído não causa apenas perda auditiva, mas também afeta questões fisiológicos e psicológicos, como por exemplo, o estresse, a ansiedade, o isolamento entre outras, nas quais comprometem as relações dos colaboradores no ambiente de trabalho, na família e na sociedade, prejudicando assim, o desempenho de suas atividades diárias.

Assim, o primeiro passo para o projeto de redução de ruído é a preparação de um mapa ou levantamento topográfico do ruído. O mapa é o esboço que mostra as posições relativas de todas as máquinas, processos e outros itens de interesse.

A esse esboço são adicionados os níveis de pressão global em dB(A), tomados em um número conveniente de posições em torno da área que está sendo investigada. Quanto maior o número de medidas, mais exato será o levantamento. Um levantamento deste tipo mostrará de imediato, as zonas perigosas de ruído. A Figura 1 apresenta um mapa de ruído de uma planta industrial.

Após a elaboração do mapa de ruído, será então realizada a Etapa 2 que consiste na identificação das fontes de ruído. No próximo post iremos apresentar mais detalhes sobre esta etapa.

O LAEPI realiza desde 2012 projeto de controle de ruído utilizando equipamentos e softwares de última geração e com pessoal técnico qualificado sobre a supervisão do Prof. Samir N. Y. Gerges, Ph.D.

O LAEPI é o único laboratório no Brasil acreditado pelo INMETRO para realizar ensaios de atenuação de ruído de protetores auditivos novos ou usados, entre em contato conosco (48) 3232-8023 ou laepi@laepi.com.br.

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