Diferenciais do safe.EAR

Confira os principais diferenciais do fit test de proteção auditiva safe.EAR
safe.EAR: Relatório Comparativo

Conheça algumas das possibilidade de relatórios comparativos gerado pelo fit test de proteção auditiva safe.EAR
safe.EAR: Relatório Individual

Confira o relatório individual gerado pelo fit test de proteção auditiva safe.EAR
safe.EAR: Guia Rápido dos Tipos de Protetores Auditivos e Métodos de Teste

Este guia apresenta os principais tipos de protetores auditivos e os métodos usados para testar sua eficácia usando o safe.EAR.
Fit Test: A Chave para a Proteção Auditiva Eficaz no Ambiente de Trabalho

Recomendações de órgãos internacionais para o uso de fit test de proteção auditiva
NR 9: é preciso avaliar a exposição ocupacional ao ruído e implementar medidas eficazes de controle

A NR9 deixa claro: é preciso avaliar a exposição ocupacional ao ruído e implementar medidas eficazes de controle
safe.EAR e NR 6: proteção de verdade vai além da entrega do EPI

Como o Fit Test de Proteção Auditiva pode auxiliar no atendimento da NR 6
Guia de Fit Test de Proteção Auditiva – NORA (EUA)

Guia de como aplicar o fit test em ambientes ocupacionais publicado pela NORA (National Occupational Research Agenda) com apoio da NIOSH
safe.EAR e NR 1: Como garantir proteção auditiva com dados reais?

Como o Fit Test de Proteção Auditiva pode auxiliar no atendimento da NR 1
NRR x NRRsf

A atenuação de ruído em protetores auditivos pode ser obtida através de diversas metodologias. A norma de ensaios de EPIs no Brasil é definida pela Secretária de Inspeção do Trabalho (SIT) vinculado ao MTP – NBR 16.076.
Atualmente, a norma utilizada no Brasil é tecnicamente a mais moderna e a que o resultado melhor representa a atenuação de ruído que vai ser obtida pelo trabalhador em campo, o que é muito importante principalmente para o setor de SST selecionar corretamente o EPI. Pra se ter uma ideia, nos EUA é utilizada a norma ANSI S3.19 de 1974, norma que completou 50 anos e que está desatualizada, tanto que a NIOSH, instituição de estudo de saúde ocupacional (equivalente a Fundacentro no Brasil) criou um sistema de “derating” (penalização) dos valores de NRR pois sabem que na prática o trabalhador não irá conseguir aqueles valores de atenuação do NRR em campo. Segue um trecho do “Occupational noise exposure; criteria for a recommended standard” da NIOSH. Ela cita que para protetores auditivo tipo concha, deve-se diminuir 25% do NRR, para plugues de silicone/copolímero 50% e para todos os outros plugues 75%. A OSHA que é o órgão do governo similar ao nosso MTP, cita que caso não seja utilizado a norma ANSI S12.6 (equivalente a nossa NBR 16076), deve-se reduzir em 50% o valor do NRR.
Atualmente diversos países aplicam esse esquema de reduzir o valor do NRR ou SNR (Europa) pois sabem que na prática esses valores de atenuação estão superestimados. Por outro lado, países como o Brasil e Australia são os únicos países que utilizam número único de atenuação (NRRsf) que não precisa depreciar pois os valores obtidos estão coerentes com o que os trabalhadores obtém em campo.
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LAEPI
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