LAEPI

Proteção auditiva não se presume. Se comprova.

14/09/2026

Seu colaborador usa protetor auditivo todos os dias.

Mas você sabe se ele realmente está protegido?

Essa é uma pergunta que gestores de SST, fonoaudiólogos ocupacionais e consultores de saúde do trabalho conhecem bem. Afinal, distribuir protetor auditivo (PA) não é suficiente.

 

A grande questão não é se o colaborador está usando o protetor. É saber se aquele protetor, naquele trabalhador, está efetivamente atenuando o ruído ao qual ele está exposto.

E é justamente aí que muitas empresas encontram uma lacuna.

O desafio que poucos conseguem enxergar.

 

Nos programas de conservação auditiva, normalmente há preocupação com a seleção do EPI, treinamentos e monitoramento da exposição ao ruído.

Mas existe uma etapa essencial que muitas vezes não é verificada: a eficácia real da proteção auditiva em cada colaborador.

 

Sem essa confirmação, a empresa pode acreditar que está protegendo seus trabalhadores sem ter evidências objetivas de que isso realmente está acontecendo.

 

Como comprovar a proteção auditiva individual?

 

Para responder essa pergunta, o LAEPI desenvolveu o safe.EAR, o único sistema de fit testing do Brasil capaz de realizar o Ensaio de Atenuação Pessoal (NAP) utilizando o próprio protetor auditivo do trabalhador, independentemente de marca, modelo ou tipo.

O safe.EAR é um Sistema de Estimativa de Atenuação em Campo (SEAC) avançado, desenvolvido pelo LAEPI, laboratório referência nacional em ruído e vibração ocupacional, credenciado pelo Ministério do Trabalho e Emprego (MTE).

O sistema realiza o Teste de Verificação de Ajuste (fit testing) de forma individual, medindo o Nível de Atenuação Pessoal (NAP) de cada colaborador com o protetor auditivo que ele utiliza no dia a dia, e não com um protetor de prova genérico.

O resultado é obtido em menos de 30 segundos, nas duas orelhas simultaneamente, em 7 frequências padrão (de 125 Hz a 8.000 Hz), seguindo os requisitos da norma internacional ANSI/ASA S12.71-2018.

 

O diferencial que muda o resultado do teste

Grande parte dos sistemas de fit testing disponíveis no mercado funciona apenas com protetores de prova específicos, adquiridos diretamente do fabricante do equipamento.

Isso cria uma limitação importante. O teste deixa de representar exatamente a condição encontrada no ambiente de trabalho, já que não avalia o protetor efetivamente utilizado pelo colaborador.

 

O safe.EAR elimina essa barreira.

Entre seus diferenciais estão:

  • Atender todas as marcas e modelos de protetor auditivo;
  • Testar com o protetor do próprio trabalhador;
  • Realizar testes pelos métodos Objetivo e Subjetivo;
  • Operar de forma independente de marca ou fabricante, alinhado às boas práticas de compliance;
  • Ter sido desenvolvido por laboratório credenciado pelo MTE.

 

Dois métodos de teste para qualquer tipo de protetor

Método Objetivo

Indicado para protetores do tipo concha (de qualquer marca e modelo) e para protetores conjugados a outros EPIs.

Utiliza mini microfones MIRE posicionados nas orelhas para captar o sinal com e sem o protetor, sem depender da resposta do colaborador.

O resultado é obtido em aproximadamente 10 segundos por teste.

 

Método Subjetivo

Indicado para protetores do tipo plugue (inserção) do próprio usuário.

Avalia o limiar auditivo aberto e com o protetor posicionado, utilizando fones TDH39 e botão de resposta.

Requer um ambiente relativamente silencioso, como uma cabine audiométrica.

 

Juntos, os dois métodos garantem cobertura total para qualquer tipo de protetor auditivo utilizado na empresa.

 

Monitorar também é proteger

Um protetor auditivo novo não é necessariamente um protetor eficaz.

Com o uso contínuo, materiais se desgastam, espumas perdem elasticidade e conchas podem perder vedação. Sem medição, esse processo passa despercebido.

O safe.EAR permite acompanhar a atenuação ao longo do tempo, gerando análises comparativas entre testes realizados em diferentes períodos.

Isso possibilita identificar quando um protetor começa a perder eficácia antes que o colaborador esteja exposto ao risco sem saber.

 

Gestão, rastreabilidade e conformidade

O software de gestão do safe.EAR oferece funcionalidades para administração do Programa de Conservação Auditiva, incluindo:

  • Cadastro ilimitado de empresas, colaboradores e usuários;
  • Relatórios de treinamento individuais;
  • Análises comparativas ao longo do tempo;
  • Painel de indicadores;
  • Importação de cadastros via planilha;
  • Personalização de logo da empresa e termo de ciência dos relatórios;
  • Atualização de software e hardware online.

Além disso, o sistema foi desenvolvido para atender às exigências regulatórias e às boas práticas do setor, incluindo:

  • NR-1;
  • NR-6;
  • Guia do PCA da FUNDACENTRO;
  • ANSI/ASA S12.71-2018.

 

Conclusão

Proteger a audição do trabalhador vai além de fornecer um protetor auditivo.

É preciso comprovar que ele está funcionando para quem realmente importa: o usuário.

O safe.EAR transforma essa verificação em um processo rápido, objetivo e rastreável. Em menos de 30 segundos, a empresa passa a ter evidência técnica da proteção auditiva de cada colaborador.

Porque proteção auditiva não se presume. Se comprova.

 

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